
Esta peça marcou o início do projeto cultural Teatro Infantil Itinerante e já se apresentou 73 vezes para um público total de 16972 espectadores.
Viva a Tumblakatum!!!


Ele chega muito simpatico comprimentando todas as pessoas e logo se acomoda em varias cadeiras e organizando seus pertencentes começa a se preparar para aproveitar um belo dia de sol.
Passa pela ducha, coloca uma adequada roupa de banho e vai desfrutar da maravilhosa piscina.





O MACACO MALANDRO
O texto da peça o Macaco Malandro é da conhecida autora Tatiana Belinky.
A peça conta a história de um Lobo e uma Raposa que procuram a ajuda de um Macaco para resolver um conflito entre eles. O Macaco pela primeira vez julgará um caso, que é a polêmica divisão de um queijo entre o lobo e a raposa. Só que durante o julgamento, que traz humor, o juiz vai comendo o queijo e no final não sobra nada.
A peça mostra a importância do entendimento como responsável pela resolução dos conflitos . O principal tema é a falta de diálogo que coloca os dois animais em briga quando poderiam ter dividido o alimento amigavelmente.
“É uma peça que tematiza a falta de diálogo e respeito entre os seres”.
Clécio Lima - Lobo
Raquel de Oliveira - Macaco
Vânia Silvério - Raposa
Direção: Paulo Alves Faria
Escritora de sucesso
Tatiana Belinky nasceu na Rússia, em 1919, e veio para o Brasil aos 10 anos de idade, onde concluiu o Curso Comercial como secretária-correspondente nos idiomas português e inglês. Em 1948 passou a atuar como criadora, adaptadora e tradutora de peças teatrais infantis, com produção e direção do marido, o psiquiatra e educador Júlio Gouveia, para a Prefeitura de São Paulo. Entre 1952 e 1966 fez a primeira adaptação para televisão, na série “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, de Monteiro Lobato, à TV Tupi. Autora de mais de 90 livros, a maioria infanto-juvenil, Tatiana é pioneira na produção e na difusão da arte para crianças e uma das mais premiadas autoras do país.
SABE DE QUEM É O QUEIJO? É DO MACACO, RACHEL DE OLIVEIRA

Aos que virão depois de nós
Eu vivo em tempos sombrios.
Uma linguagem sem malícia é sinal de
estupidez,
uma testa sem rugas é sinal de indiferença.
Aquele que ainda ri é porque ainda não
recebeu a terrível notícia.
Que tempos são esses, quando
falar sobre flores é quase um crime.
Pois significa silenciar sobre tanta injustiça?
Aquele que cruza tranqüilamente a rua
já está então inacessível aos amigos
que se encontram necessitados?
É verdade: eu ainda ganho o bastante para viver.
Mas acreditem: é por acaso. Nado do que eu faço
Dá-me o direito de comer quando eu tenho fome.
Por acaso estou sendo poupado.
(Se a minha sorte me deixa estou perdido!)
Dizem-me: come e bebe!
Fica feliz por teres o que tens!
Mas como é que posso comer e beber,
se a comida que eu como, eu tiro de quem tem fome?
se o copo de água que eu bebo, faz falta a
quem tem sede?
Mas apesar disso, eu continuo comendo e bebendo.

Assim como o cinema, que já conta com a Lei do Audiovisual, o teatro também pretende ter uma lei própria de estímulo ao setor. Essa foi a posição defendida, nesta terça-feira (18), por atores e produtores teatrais, em audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e pela Subcomissão Permanente de Cinema, Teatro, Música e Comunicação Social. Durante o debate, apenas o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Celso Frateschi, levantou dúvidas a respeito da proposta.
Primeiro a defender a criação de uma lei específica para o teatro, o advogado e ex-ministro da Cultura Luiz Roberto Nascimento Silva apontou o "esgotamento" da Lei Rouanet e disse que o atual instrumento de benefícios fiscais para a cultura não atende às necessidades do teatro. Ele defendeu a aprovação de uma lei que venha a estabelecer a Secretaria Nacional de Teatro, um primeiro passo para a futura criação de uma Agência Nacional das Artes Cênicas, inspirada na Agência Nacional do Cinema (Ancine).
A atriz Regina Duarte recorreu a um exemplo familiar para sustentar o mesmo ponto de vista. Ela disse que seu filho estava saindo de casa, apesar do amor e da liberdade com que conta atualmente, porque pretendia ter sua própria vida e contar com um relacionamento de qualidade com a própria mãe, quando fosse visitá-la.
- Sinto que essa lei é um pouco isso: o teatro está querendo sair de casa e morar sozinho, porque hoje muitas vezes ele fica ali, perdido - disse Regina.
Representante do Conselho de Cultura do Rio Grande do Sul, Marley Bisol Caprara Danckwardt considerou o debate sobre a futura lei como um "ponto de partida". Em sua opinião, é preciso estabelecer um programa de apoio ao desenvolvimento teatral em todo o país, acompanhado da ampliação da rede nacional de teatros. Por sua vez, a produtora teatral de São Paulo Fernanda Signorini recordou que o teatro "ainda não é auto-sustentável". Por isso, observou, é preciso debater alternativas para o setor.
O presidente da Funarte concordou com o fato de que o atual "arcabouço legal" da área cultural seria "muito frágil". Ele questionou, porém, a necessidade de se criar um órgão novo, como a Secretaria Nacional do Teatro, ou mesmo se aprovar uma lei que conte com incentivos semelhantes aos da já existente Lei Rouanet. Frateschi também observou que 80,5% dos recursos obtidos com a atual legislação destinam-se à Região Sudeste e apenas 0,4% ficam na Região Norte. Além disso, criticou produtores que cobram ingressos muito caros e voltam a pedir recursos incentivados na produção seguinte.
A crítica foi respondida, em seguida, pelo presidente da Associação dos Produtores Teatrais do Rio de Janeiro, Eduardo Barata, que citou o sucesso da Lei do Audiovisual como argumento para a criação de uma lei própria para o teatro.
- Não somos burguesinhos que ficamos em nossos escritórios tomando uísque. Somos trabalhadores do teatro, que empregamos pessoas e pagamos impostos - reagiu.
Durante o debate, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) apresentou a sugestão de se incluir em uma futura lei sobre o setor uma maior integração entre o teatro e a educação básica, como forma de criar condições para o surgimento de novos artistas. A idéia recebeu o apoio do presidente da CE, senador Cristovam Buarque (PDT-DF).
- Quando toda criança tiver teatro e cinema na escola, nem será necessária uma Lei Rouanet, pois haverá uma demanda natural por atividades artísticas - previu Cristovam.
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) lembrou a importância do teatro na sua formação durante a juventude e disse esperar que a atividade cresça em todo o país, e não apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro. O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse que estava "de início" a favor da nova lei, mas que poderia discutir o aperfeiçoamento da atual legislação. Por sua vez, o senador Paulo Paim (PT-RS) concordou com os atores e produtores teatrais sobre a necessidade de se criar um "espaço qualificado" para o teatro no país. A audiência foi acompanhada por atores e atrizes como Beatriz Segall, Odilon Wagner e Sérgio Mamberti.
Marcos Magalhães / Agência Senado

O espetáculo de rua “Aconteceu no Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem” conquistou os principais prêmios no troféu Gralha Azul 2008: Melhor Espetáculo, Melhor Direção para Roberto Innocente e Melhor Atriz para Martina Gallarza. Ganhou também o prêmio técnico de Melhor Adereço. O monólogo “Pessoalmente Fernando” e a peça “O Burguês Fidalgo” ficaram com três prêmios. Na 28ª edição, realizada na noite de terça-feira (11), foram inscritos 59 espetáculos, sendo que 26 concorreram nas dezoito categorias que compõem a premiação. Onze peças que estrearam em 2007 foram premiadas.
O ator Rafael Camargo, ganhou o prêmio de Melhor Ator por sua interpretação em “Pessoalmente Fernando”, onde disputava o prêmio com o ator Luis Melo, por “Daqui a Duzentos Anos” e Marco Zeni, protagonista de “O Burguês Fidalgo”. O espetáculo baseado na vida de Fernando Pessoa, foi premiado também na categoria Revelação, com seu diretor Áldice Lopes e levou o prêmio de Melhor Sonoplastia para Cesarti.
Já “O Burguês Fidalgo”, ganhou nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante, para Fernanda Magnani; Melhor Ator Coadjuvante, Luiz Bertazzo, e Melhor Figurino: Marcelo Salles. Os musicistas Edith Camargo e Marcelo Torrone foram os vencedores da categoria Melhor Composição Musical.
“Aconteceu No Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem” é uma produção do Ateliê de Criação Teatral – ACT. Escolhido pelo júri como o Melhor Espetáculo, recebeu, além do Troféu Gralha Azul, o Troféu Epidauro, concedido pelo Consulado da Grécia entre os espetáculos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, através do Cônsul Honorário Professor Constantino Comininos.
A peça “O Olho D’Água”, dirigida por Fátima Ortiz, produção do Grupo Pé no Palco Atividades Artísticas, foi o único indicado para a Categoria infantil, ficando com o Troféu de Melhor Espetáculo Para Crianças. “Uma Estória da Nossa História”, produção de Neiva Camargo Iovanovitch Promoções Artísticas foi o Melhor Espetáculo Itinerante.
A cerimônia
Como é tradição na entrega do Troféu Gralha Azul, o teatro Guairinha ficou lotado. A cerimônia foi comandada pela atriz Raquel Rizzo e pelo ator Zeca Cenóvicz. Criado em 1974 pelos artistas Yara Sarmento, Waldir Manfredini, Edson e Delcy D’Ávila, o prêmio é concedido anualmente aos destaques do teatro curitibano. Desde 1983 a premiação é realizada pelo Centro Cultural Teatro Guaíra em co-promoção com o sindicato dos artistas, SATED/PR, e dos produtores teatrais, SEPED/PR. Os agraciados recebem uma estatueta em metal concebida pelo artista plástico Ivens Fontoura e uma quantia em dinheiro que varia de acordo com a categoria.
A comissão julgadora desta edição foi formada por Regina Vogue, Margie Rauen, Bia Reiner, Jane D’avila e Hermes Patzsch. Celia Regina Polydoro é a responsável pela Secretaria Executiva e Yara Sarmento, uma das criadoras do prêmio, faz a Assessoria do evento.
Além das premiações votadas pelo júri, foram premiados o cenotécnico Sérgio Richter, como Técnico do Ano, e o produtor Isidoro Diniz com Prêmio Especial por sua revelante contribuição em defesa dos interesses da classe teatral do Paraná.
Confira a relação dos premiados em todas as categorias:
Melhor Espetáculo e troféu Epidauro: "Aconteceu No Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem"
Melhor Espetáculo Para Crianças: "O Olho D’Água"
Melhor Espetáculo Itinerante: "Uma Estória da Nossa História"
Melhor Diretor: Roberto Innocente - "Aconteceu No Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem"
Melhor Atriz: Martina Gallarza - "Aconteceu No Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem"
Melhor Ator: Rafael Camargo - "Pessoalmente Fernando"
Melhor Atriz Coadjuvante: Fernanda Magnani - "O Burguês Fidalgo"
Melhor Ator Coadjuvante: Luiz Bertazzo - "O Burguês Fidalgo"
Revelação: Áldice Lopes - "Pessoalmente Fernando"
Texto Original ou Adapatado: Marcelo Munhoz - "Caninos Brancos"
Melhor Composição Musical: Edith Camargo e Marcelo Torrone - “Sobre Tempos Fechados”
Melhor Figurino: Marcelo Salles - "O Burguês Fidalgo"
Melhor Adereço: Roberto Innocente - "Aconteceu No Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem"
Melhor Sonoplastia: Cesarti - - "Pessoalmente Fernando"
Melhor Iluminação: Waldo Leon - "O Sonho de Um Homem Ridículo"
Melhor Cenário: Márcio Innocenti - "Eu, Joana"
Melhor Maquiagem: Cristóvão Alencar - "Butterfly"
Melhor Coreografia: Salete Ukachinski e André Meirelles - "Tanguapo"
por GAZETA DO POVO ONLINE |
Para todos um belo poema de Mário Benedetti
Se cada hora vem com sua morte,
se o tempo é um covil de ladrões,
os ares já não são tão bons ares,
e a vida é nada mais que um alvo móvel
e você se perguntará por que cantamos...
Se nossos bravos ficam sem abraço,
a pátria está morrendo de tristeza,
e o coração do homem se fez cacos
antes mesmo de explodir a vergonha
Você perguntará por que cantamos...
Cantamos porque o rio esta soando,
e quando soa o rio / soa o rio.
Cantamos porque o cruel não tem nome
embora tenha nome seu destino.
Cantamos pela infância e porque tudo
e porque algum futuro e porque o povo.
Cantamos porque os sobreviventes
e nossos mortos querem que cantemos.
Se fomos longe como um horizonte,
se aqui ficaram árvores e céu,
se cada noite é sempre alguma ausência
e cada despertar um desencontro
Você perguntará por que cantamos...
Cantamos porque chove sobre o sulco
e somos militantes desta Vida
e porque não podemos, nem queremos
deixar que a canção se torne cinzas.
Cantamos porque o grito só não basta,
e já não basta o pranto, nem a raiva.
Cantamos porque acreditamos nas pessoas
e porque venceremos a derrota.
Cantamos porque o sol nos reconhece,
e porque o campo cheira a primavera
e porque nesse talo e lá no fruto
cada pergunta tem a sua resposta...
Mario Benedett
Falar sobre Aimar Labaki não é uma tarefa fácil, até mesmo para quem acompanha seu trabalho de perto. “Labaki é talentoso, escreve para TV e teatro, dirige e trabalha muito”, afirma o autor e diretor Fauzi Arap, amigo e “guru” de longa data. “Classificá-lo, prendê-lo a um adjetivo diminuiria a amplitude artística que enxergo nele”.
Paulistano de 47 anos, Labaki começou a fazer um curso para atores aos 18 anos, quando ingressou na faculdade de Direito. Trabalhou com publicidade, cinema e como assistente de direção e iluminador teatral. De 86 a 90 atuou como crítico. Também escreve ensaios, faz palestras, curadoria e consultoria de festivais.
Estreou como dramaturgo e diretor em 1992, com “Tudo de Novo no Front”. O primeiro diretor a encenar sua obra foi Gianni Ratto, que em 1998 levou aos palcos “Vermouth”. De lá para cá, já foram dez textos montados por outros artistas e cinco obras dirigidas por ele. Além de “MSTesão”, também assina a direção de “Os Passageiros”, de Flávio Goldman, com estréia prevista para este semestre.
Indicado ao Prêmio Shell no Rio na categoria de melhor autor (por “Campo de Provas”), o dramaturgo Aimar Labaki estréia hoje o espetáculo “MSTesão”, escrito e dirigido por ele, no Sesc Consolação, em São Paulo. A peça, sobre um jovem (Murillo Carraro) que quer posar nu para uma revista gay para salvar o acampamento de sua família e é impedido pelo tio comunista (Mario Cesar Camargo), é uma exceção na vida de Labaki. Apesar de transitar pelas duas funções, desde 1992 ele não comandava uma obra de sua autoria.
Vem preferindo, da platéia, descobrir os caminhos que suas histórias tomam com outros artistas. Mas, seja como autor ou como diretor, seu trabalho está longe de ser entretenimento. Ele quer incomodar.
Em geral, é melhor, porque posso descobrir coisas que não sabia que estavam lá. O que escrevo pode germinar várias vezes. E terá a cara dos artistas, do momento, do lugar onde está sendo feito e da platéia com quem vai dialogar.
Quando dirijo, perco a chance de descobrir as mensagens que escrevi involuntariamente, que vieram do inconsciente ou que surgem como reação da relação com outros artistas.
MSTesão” é uma exceção?
Sim. Resolvi dirigi-la porque tive uma idéia de encenação que me entusiasmou Trabalhei como se o texto não fosse meu. Nos ensaios, mexia nas falas e dizia aos atores: “Tudo bem, o autor não está aqui. Vamos priorizar a encenação.”
Sim, mas não falo de política partidária, mas de questões mais amplas. Qual a relação de corpo e imagem? Quando alguém usa a sua imagem está usando você? O que é mais evasivo: tocar no seu corpo ou tocar na sua imagem? Essas são indagações políticas mais instigantes do que saber se um deputado ou senador roubou ou deixou de roubar.
Com educação. Os teatros de Antunes Filho, José Celso Martinez Corrêa, Antônio Araújo são arte. Há dramas realistas que são entretenimento. Cada um tem seu valor. O problema é que tratamos os dois segmentos como um só. Arte necessita de um espectador ativo; entretenimento, de um passivo – o tipo que as nossas escolas formam hoje. As pessoas
não sabem ler, portanto, acham literatura chata. É o mesmo dilema do teatro. Na escola, não há acesso a texto teatral, as crianças não conhecem o código. Se o espectador vai a um teatro de qualidade, cria repertório e, naturalmente, o olhar necessário para entender aquilo.
É constrangedora, pois o artista está presente fisicamente. Mas, se for prazerosa, pode ser mais forte do que em todas as outras artes, porque põe dois corpos presentes no mesmo espaço numa era de computador, mensagem instantânea e TV a cabo. Nada substitui esse prazer. E não importa o assunto da peça. O tema é sempre sobre o que há em comum entre o ator e o espectador. Não há peça boa que não fale a você. Quando o teatro acontece, é uma experiência estética insubstituível.
A vontade de achar a forma certa de formular certas perguntas. Para compartilhar minhas dúvidas e minha angústia. O meu teatro é para o espectador sair de lá com mais dúvidas do que entrou. Tenho que despertar uma estranheza; quero estimular as pessoas a fazerem a mesma pergunta que coloco no palco, na vã esperança de que elas encontrem a resposta.
Fonte: Globo Teatro

Com esta vista privilegiada montamos nosso cenario e apresentamos.
E depois da apresentação Seu Cigarra e a Formiguinha acharam que estavam de ferias. Afinal não é todo dia que se tem uma vista maravilhosa como esta.

Depois disso eles sumiram e até agora não sei o que aconteceu se eles foram morar na mata da Pampulha ou se ficaram disfarçados de um associado usufruindo do Parque Aquatico e das quadras do PIC, talvez resolveram aprender a jogar tênis.
Agora só nos resta esperar até a proxima apresentação.